Autor: Paulo de Tarso Correia de Melo (*)
Porque te foste para sempre
é preciso que te cante
e te cante para sempre,
imagem virtual, constante.
E se meu verso não traz
saber e experiência
de odes elementais,
vivência sobre vivência,
ouve o muito amor que vai
no pouco louvor que digo
e a emoção do jogral
destas cantigas de amigo
à irmã, alta e primeira
fonte de poesia pura,
inventário de ternura,
Mryam Coeli da Silveira
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(*) Imortal da ANL, membro do IHG/RN
e outros títulos.
Participante (com outros escritores), da plaquete
editada pelo saudoso poeta Celso da Silveira, 1997,
num justo tributo à poetisa Myriam Coeli da Silveira.
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