sábado, 25 de março de 2017

CÂMARA MUNICIPAL DE APODI ENTREGA COMENDAS A ILUSTRES APODIENSES

Câmara do Apodi realiza noite de homenagens a diversos apodienses


Momento em que a escritora e poetisa Vilmaci Viana recebia
a comenda Valter de Brito guerra. Um reconhecimento
ao seu trabalho em prol da cultura de Apodi.
A noite de ontem (23), no sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Apodi, foi marcada por entrega de comendas e títulos de cidadãos aos apodienses que tem se destacado por seus relevantes serviços prestado a nossa sociedade.

O evento foi organizado pela Câmara Municipal do Apodi e contou com uma representativa participação da sociedade que foi prestigiar as homenagens.



Momento em que o sindicalista e presidente do STTR,
Agnaldo Fernandes recebia a comenda Walter de Brito Guerra
Vale lembrar ainda que a solenidade foi alusiva aos 182 anos de emancipação política do Apodi acontecido ontem. 

Parabéns a Câmara pelo evento bastante organizado e parabéns aos homenageados pelas justas homenagens recebidas. 

Além dos vereadores, a soledade contou com a participação do prefeito Alan Silveira, da vice Hortência Regalado, empresários outras autoridades e sociedade de um modo em geral.
FONTE: BLOG DO TOINHOFILHO

Comentários

  1. Obrigada toinho pela divulgação. Parabéns a Câmara Municipal de Apodi pelo reconhecimento aos que fazem a nossa história. Avante Apodi!
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SAUDADES

Mãe, é chegada a tardinha...
Choro a tua ausência
Os pássaros  a cantar na castanhola.
E sua cadeira vazia a me esperar na varanda.
"Vamos fazer pipocas"
A casa está  vazia
Tua voz silenciou
Te chamo pela janela da cozinha
E o silêncio ecoa triste e só.
Eras a fortaleza da família VIANA.
Abenção mamãe!
- "Deus te abençoe  e te cubra de  saúde, fortuna e felicidades"!
AMÉM!

sábado, 18 de março de 2017

JOSÉ


                  E agora, José?
              A festa acabou,
              a luz apagou,
              o povo sumiu,
              a noite esfriou,
              e agora, José?
              e agora, você?
              você que é sem nome,
              que zomba dos outros,
              você que faz versos,
              que ama, protesta?
              e agora, José?

              Está sem mulher,
              está sem discurso,
              está sem carinho,
              já não pode beber,
              já não pode fumar,
              cuspir já não pode,
              a noite esfriou,
              o dia não veio,
              o bonde não veio,
              o riso não veio
              não veio a utopia
              e tudo acabou
              e tudo fugiu
              e tudo mofou,
              e agora, José?

              E agora, José?
              Sua doce palavra,
              seu instante de febre,
              sua gula e jejum,
              sua biblioteca,
              sua lavra de ouro,
              seu terno de vidro,
              sua incoerência,
              seu ódio - e agora?

              Com a chave na mão
              quer abrir a porta,
              não existe porta;
              quer morrer no mar,
              mas o mar secou;
              quer ir para Minas,
              Minas não há mais.
              José, e agora?

              Se você gritasse,
              se você gemesse,
              se você tocasse
              a valsa vienense,
              se você dormisse,
              se você cansasse,
              se você morresse...
              Mas você não morre,
              você é duro, José!

              Sozinho no escuro
              qual bicho-do-mato,
              sem teogonia,
              sem parede nua
              para se encostar,
              sem cavalo preto
              que fuja a galope,
              você marcha, José!
              José, para onde? 

segunda-feira, 13 de março de 2017

APODI PEDE SOCORRO

ADEUS AO VENTO DA CRUVIANA NAS CALÇADAS DO APODI.
QUEM DIRIA QUE MINHA TERRA UM DIA CHEGARIA AO CAOS DE NEM SEQUER PODERMOS SENTAR NAS CALÇADAS PARA PAPEARMOS COM OS FAMILIARES, VIZINHOS E AMIGOS.
POIS BEM CONTERRANEOS;  AGORA ESTAMOS A MERCÊ DOS BANDIDOS.
ELES  CHEGAM ENCAPUZADOS E ARMADOS EM MOTOS E DE REPENTE FAZEM UM ARRASTÃO NAS CALÇADAS OU DENTRO DAS RESIDÊNCIAS.
É ASSIM QUE VIVEMOS.
VÃO -SE AS ALIANÇAS E CELULARES E FICA A INCERTEZA DO AMANHÃ.


quarta-feira, 8 de março de 2017

ENCANTAMENTO DE MAMÃE



É COM BASTANTE PESAR QUE INFORMO O FALECIMENTO DE MINHA QUERIDA MÃE MOZINHA VIANA.

MARIA FERNANDES DE SOUSA, também conhecida por Mozinha, nasceu nos campos floridos de algodão das várzeas do Sítio Santa Rosa, município de Apodi/RN, no dia 25 de dezembro de 1932. Filha dos agricultores Francisco Manuel de Sousa e Sebastiana Gurgel Fernandes. Passou toda sua infância brincando com bonecas de pano, dançando pastoril, correndo nos campos de algodão de Santa Rosa e estudando com as professoras Vicência Morais e Adalzira Barbosa.

Aos quinze anos, na primavera da vida, conheceu seu grande amor, Valdemiro Pedro Viana com quem casou em 19 de abril de 1952. dessa próspera união nasceram seus dez filhos: Neta Viana (in memorian) Rita, Gilvan, Socorro, Dilma, Vilma,Vilmaci, Antônio, Valdemiro Filho (Junior) e Vanuza.
Após concluir o curso magistério-pedagógico em 1970 foi contratada pelo governo do Estado do Rio Grande do Norte para ser professora primária na Escola Estadual Ferreira Pinto na cidade de Apodi. Passou a maior parte de sua vida ensinando através da pedagogia do amor, cuidando dos seus filhos, assessorando o marido na política e administrando seu lar.
Mozinha, mãe, educadora, costureira, bordadeira e artista plástica estava aposentada e adorava  estar com sua família, cantar com seus filhos músicos e poetas, ler cordéis e contar histórias para seus netos e bisnetos. Amava sua terra Apodi e cuidava como uma boa matriarca da família Viana. 
Faleceu ás 19h do  dia 08 de marco de 2017  no HOSPITAL WILSON ROSADO na cidade de Mossoró Rio Grande do Norte.