quarta-feira, 14 de outubro de 2009

LISBOA, MENINA E MOÇA, SEMPRE AIROSA

Carlos, Selma e Vivi
saboreando um pastel de Belém
Mosteiros dos Jerônimos


Teleférico da EXPO
no
Rio Tejo

Pastelaria Belém

Elevador Santa Justa


Foi no séc. XVI, especialmente no reinado de D. Manuel I, que se iniciou a época mais aurea da Cidade: O começo da Época de Ouro da cidade, caracterizada opulência da corte e pela profusa construção de um Património Monumental, pelo estilo Manuelino na arquitectura, nome que advém do monarca da época, D. Manuel I, e que se caracteriza tipicamente pela utilização de motivos marítimos na sua decoração.
Ao longo dos séculos, Lisboa cresceu e foi mudando naturalmente. Mais tarde, quando o centro da cidade foi destruído quase por completo pelo Terramoto de 1755, foi o Marquês de Pombal, Primeiro Ministro do Rei D. José I, que se encarregou da sua reconstrução, criando assim a chamada Baixa Pombalina, uma área comercial que ainda hoje mantém a maior parte da sua traça original.
Lisboa é uma capital histórica, que reflecte a mistura de civilizações várias, com um carácter e um encanto fora do comum, onde 800 anos de influências culturais diversificadas se misturam
BELÉM, O BERÇO DAS NAVEGAÇÕES
Belém é o bairro mais paradigmático em termos de património relacionado com os descobrimentos. Foi das suas praias (até Algés), que partiram as naus para os “Descobrimentos”. De ali partiu Pedros Alvares Cabral e Vasco da Gama à descoberta do caminho marítimo para a Índia. É em Belém que se sente mais, por todo o lado, a grandeza do outrora império. O Mosteiro dos Gerónimos, juntamente com a Torre de Bele´m são os mais significativos ex-libris da cidade. O Mosteiro dos Jerónimos, goi mandado construir em 1501 por iniciativa do rei D.Manuel I e só cem anos mais tarde viria a estar concluído. Implantado na grandiosa Praça do Império, o monumento integra elementos arquitectónicos e decorativos do gótico tardio e do renascimento, constituindo-se como um dos mais belos e grandiosos monumentos da capital. A estes elementos arquitectónicos juntaram-se motivos régios, religiosos, naturalistas e náuticos, fundando-se um eddiifício considerado a jóia do estilo manuelino, exclusivamente português.Carlos Morais dos Santos
escritor, poeta, fotógrafo
Cônsul (Lisboa) do M. I, “Poetas Del Mundo
Membro do IHG/RN
Membro da Soc.Geografia de Lisboa (Portugal)
Membro da Academia Portuguesa de Letras, Artes e Ciências
Prof. Universitário – Consultor
Email: carlosmsantos2002@yahoo.com.br
Blog: http://www.culturaseafetos.blogspot.com/
PRESTA TRIBUTO AOS AFETOS DE LISBOA
Autor da compilação e organização de dados, dos textos, de algumas fotos.
Os poemas dos fados estão assinalados com os nomes dos seus autores.
Trabalho elaborado em em 4 de Outubro de 2009

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