quarta-feira, 31 de março de 2010

SEMANA SANTA


EXTREMOZ COMEMORA EMANCIPAÇÃO

Extremoz comemora 47 anos

de Emancipação Política no domingo de Páscoa

Em 04 de abril de 1963, pela Lei 2.876/1963, a Vila de Ceará Mirim, assim como era denominado o povoado de Extremoz, desmembrou-se de Ceará Mirim

O município de Extremoz comemora 47 anos de emancipação no domingo de Páscoa, 4 de abril. A data será lembrada com uma missa na igreja matriz da cidade, paróquia São Miguel Arcanjo às 18h. Após a missa será encenada a Paixão de Cristo por atores da cidade.

O prefeito Klauss Rêgo disse que comemorar esta data é proporcionar um resgate histórico do município. “A emancipação de Extremoz representa relembrar uma grande conquista, uma luta desse povo”, comemorou.

Klauss frisou a importância da reforma e ampliação do Palácio Daniel Pinheiro, sede da prefeitura. “Instalamos lá o Diário oficial do Município, a Controladoria, o Protocolo, a Licitação, a Secretaria de Articulação política e passaram a funcionara adequadamente o gabinete do prefeito, a chefia de gabinete, a Secretaria de Administração e Finanças e a Secretaria de tributação”, informou o prefeito. A sede da prefeitura foi inaugurado em 1987, construído pelo ex-prefeito João Soares de Souza (1984-1988).

História

Extremoz, que faz parte da região metropolitana de Natal, foi a primeira Vila da Capitania do Rio Grande do Norte a partir de 1758. Em agosto de 1885, por causa de uma Lei Provincial, passou a fazer parte do município de Ceará Mirim, retomando sua emancipação em 4 de abril de 1963, tornando-se município do Rio Grande do Norte. O município tem uma população 23 mil pessoas e é considerado um gerador de turismo, principalmente por causa da praia de Genipabu, conhecida mundialmente por causa de sua beleza, dunas e equipamentos turísticos.

Emancipação

Em 04 de abril de 1963, pela Lei 2.876/1963, a Vila de Ceará Mirim, assim como era denominado o povoado de Extremoz, desmembrou-se de Ceará Mirim e conquistou sua emancipação política, após 211 anos de fundação. De acordo com dados históricos do Idema, Extremoz viveu por 105 anos na condição de povoado.

O ex-prefeito e hoje tabelião João Soares de Souza, que vivenciou o momento da emancipação, quando seu pai, Sebastião Soares de Souza, era vice-prefeito, disse que a conquista foi resultado de um histórico de lutas. “Eu tinha 19 anos e lembro que quando eles ganharam. O prefeito e papai, andaram a pé por todo o município para agradecer a eleição, após a emancipação, pois naquele tempo não se tinha a estrutura que se tem hoje. Não havia transporte, nenhum carro”, recordou. “Lembro também que eles ficaram sem ter onde administrar por cerca de uns seis meses. Depois, passaram a ocupar o prédio que hoje é Câmara Municipal de Extremoz”, completou.

Daniel Pinheiro

O prefeito da emancipação, Daniel Pinheiro, governou entre os anos de 1963 a 1968. Natural de Estivas, distrito de Extremoz era vereador de Ceará Mirim, onde foi eleito por duas vezes entre os anos de 1958 a 1962.

De acordo com ‘Chiquinho do peixe’, seu filho, Daniel foi reeleito para o cargo de vereador em 1962 com apenas uma urna de Estivas, localidade em que nasceu e ficou até os últimos dias de vida. Morreu em 13 de dezembro de 2002. Em 1963, a pedido da população, lançou sua candidatura e foi eleito ao primeiro prefeito que Extremoz teria com a conquista da emancipação.

Seu filho também destacou as obras de sua gestão: as escolas de Grutas, Contenda e Capim, a lavanderia popular de Contenda, a estrada do cemitério de Estivas, a estrada de Pitanguí e o muro do cemitério de grutas. “A maior obra do meu pai foi a estrada de Pitanguí, pois o acesso para Natal era apenas de barco”, lembrou Francisco Pinheiro, o “Chiquinho do Peixe”.

(sugestão de Box)

Cronologia

252 anos de fundação (fundada em 1758 pelo desembargador Bernardo Coelho Gama Casco com o nome de Vila Nova).

105 anos na condição de povoado (povoação de Boca da Mata -1855 e Vila de Ceará Mirim - 1858).

47 anos na condição de município (Emancipação política em 1963 administrado pelo ex-prefeito Daniel Pinheiro).

Fotos: Daniel Pinheiro, solenidade de emancipação/arquivo da família
Com Gilmara Costa



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25 03 2010 EXTREMOZ EMANCIPAÇÃO Daniel Pinheiro_arquivo

HOMENAGEM A MADALENA ANTUNES


ARTIGO PUBLICADO EM GRANDE CEARÁ MIRIM
27/03/2010



A SINHÁ-MOÇA DO OITEIRO


Colaboração: Lúcia Helena Pereira (*)


Em 25 de maio de 1880, em Ceará - Mirim, nascia, no engenho Oiteiro, em Ceará – Mirim, Maria Madalena Antunes de Oliveira, filha do coronel José Antunes de Oliveira e Joana Soares de Oliveira.Posteriormente, ao se casar com Olympio Varela Pereira, passou a assinar Maria Madalena Antunes Pereira, tornando - se, a partir de 1958, mais conhecida como a Sinhá - Moça do Oiteiro.
Vale acrescentar que Madalena Antunes prestou colaboração ao Jornal - O CEARÁ-MIRIM - nos idos de 1912, assinando suas cartas e diversos escritgos, com o pseudônimo de CORÁLIA FLORESTA e, concomitantemente, HORTÊNCIA.Madalena Antunes era uma criança alegre, virtuosa, cheia de amor pela família, pelos irmãos Juvenal Antunes de Oliveira (poeta), Etelvina Antunes de Lemos (poetisa) e Ezequiel Antunes de Oliveira (médico do exército).Teve sempre o melhor carinho para com os “menores”, daí, o seu amor pelas filhas de escravos: Tonha e Patica, “crias da casa do coronel', com as quais apegou - se, em correspondida afeição, além, da fidelidade estóica e comovente das jovens mucamas, suas companheiras diletas nos tempos de criança.Ao casar-se com o industrial da cana - de - açúcar: Olympio Varela Pereira, do engenho Oiteiro, Madalena Antunes mudou - se com a família, para Natal, na casa da Av. Hermes da Fonseca, 700, Tirol.O casal teve cinco filhos: Abel Antunes Pereira (pai de Lúcia Helena), Ruy Antunes Pereira, Vicente Ignácio Pereira, Maria Antonieta Pereira Varella e Joana D´arc Pereira do Couto

Vovó Madalena vivia pacatamente e com simplicidade. Escrevia seus manuscritos numa mesinha de jacarandá preta, sob o velho terraço da casa.Assim ela manifestava o seu talento e fantasiava os seus momentos de solidões, numa época de preconceitos ao papel da mulher na literatura e em outras atividades, quase que destinadas apenas ao homem. Conviveu com intelectuais como Luis da Câmara Cascudo, Manoel Rodrigues de Melo, Esmeraldo Siqueira, Veríssimo de Melo, Nilo Pereira (sobrinho dileto) e outros. Foi quando descobriu a fórmula “mágica” para editar e lançar o seu livro, o qual, em manuscritas páginas, estava concluído.Era grande a ansiedade para o lançamento do livro de Madalena Antunes - um acontecimento raro! Presenciei essas “cenas” por algum tempo, observando a empolgação dos intelectuais diante da perspectiva de uma norte - rio -grandense infiltrar-se no mundo literário. E foi desses nomes da nossa rica literatura, que ela recebeu os melhores estímulos, até que, através do contacto de Câmara Cascudo e Nilo Pereira, com um escritor pernambucano, seus manuscritos chegaram à Editora Irmãos Pongetti - Rio de Janeiro - e o livro foi editado com o apoio da Casa Euclides da Cunha, Coleção Nísia Floresta, em 1958.Eu tinha treze anos quando vovó Madalena terminou de escrever o seu livro. Estava organizado em papel almaço quando ela me deu para ler alguns trechos. Lembro a minha emoção ao receber esse material precioso, em manuscritas linhas. Na contra - capa desse material ela escreveu: “Largo é o sorriso que me acompanha e estreito o caminho daqueles que não compreendem as poesias da alma. Eu sou apenas uma mulher feliz, alguém que aprendeu a canalizar os sentimentos, sem se queixar diante dos embates da vida! Madalena Antunes!”Com toda a movimentação para o lançamento do seu livro, vovó Madalena foi surpreendida com a visita da senhora Maria Tereza, redatora - chefe da revista “DA MULHER PARA MULHER” (1958) que veio do Rio de Janeiro, para entrevistá-la. E vovó não deixou por menos. Ofereceu-lhe um chá com vários convidados e um buffet bem próprio daquela época: chá, café, torradinhas, pão assado no leite de coco, baba - de - moça, arroz - doce, cartola (com açúcar e canela), biscoitinhos de polvilhos, bolo de batata, de ameixas e o bolinho da vovó – com cobertura açucarada (cortado em cubinhos e cobertos com uma glacê caseira feita com açúcar, limão e um pouco de manteiga). Abrindo a entrevista, Maria Tereza perguntou - lhe: “Como a senhora se sente ao publicar o seu primeiro livro, com tantas manifestações de carinho, notícias em jornais, intelectuais cercando - a intensivamente? E esse terraço, haverá um história”? Seus olhos oceânicos brilharam e ela respondeu: “Saí de um vale encantado para a cidadezinha dos Reis Magos. Aqui, então, fui reunindo as minhas reminiscências e encontrando escritores que me incentivaram na árdua caminhada. Deixar o Oiteiro e a velha Ceará- Mirim -O Solar Antunes), para morar em Natal, deu-me algumas vantagens e os primeiros vislumbres intelectuais. Por outro lado, venho sentindo falta da minha paisagem de infância, da mansidão do vale, dos parentes e amigos que lá ficaram. Quanto ao terraço, nele está a fronteira do meu pequeno - grande mundo, a minha “ilha”, o meu refúgio, a mangueira frondosa e bela! Afinal, as árvores também saem dos seus lugares e dão sombras e frutos, e os pássaros pousam e cantam as suas lindas estrofes musicais! Sobre o meu livro, creio que a vida vai escrevendo a nossa história e o Oiteiro vai me levando de volta a um tempo ameno, cheio de poesia e beleza, ao meu “templo” de gratas recordações que vou deixando para as novas gerações.”Continuando, a senhora Maria Tereza insistiu: “Então, somente as recordações e saudades do vale levaram - na a escrever um livro?” Madalena Antunes sorriu e falou com doçura: “ Foram os encantamentos da infância que enriqueceram as minhas lembranças; o feitiço do Oiteiro com suas perfumadas auroras e os crepúsculos cheios de inspirações! O Oiteiro, o velho engenho com o oitizeiro à beira da estrada! Aquele pedaço de céu foi o palco iluminado das minhas recordações! A fonte perene dos meus sonhos de menina! Saiba, Maria Tereza, desde criança fui aprisionando no coração as minhas lembranças, o que não imaginava é que, um dia, elas seriam impressas nas páginas de um livro. Creio que isso foi seduzindo o meu espírito e me privando da solidão comum desses novos tempos, na cidade. Escrever, pelo menos para mim, é um belo exercício da alma, uma forma de suprir solidões e saudades. E no Oiteiro, ficou o grande oitizeiro, o qual devo bendizer: Oh! Velho oitizeiro, figura do passado, templo de minhas primeiras impressões! Quantas coisas recordas! Oh! Árvore do pomar da minha felicidade”! M.M.A.P.Em 1958, na Fundação José Augusto (antiga Escola de Jornalismo de Natal), Madalena Antunes autografou, em grande estilo, o seu livro OITEIRO: MEMÓRIAS DE UMA SINHÁ- MOÇA reunindo crônica, romance, poesia, história e regionalismo. Um livro reeditado pela A.S. Livros na II Bienal Nacional do Livro em Natal -2002, prefaciado por mim e autografado no stand da Academia Feminina de Letras.Madalena Antunes faleceu em 11 de junho de 1959, saindo da casa da Hermes da Fonseca, carregada pelas asas dos anjos, para outras dimensões.Em maio de 2001, no Palácio da Cultura de Natal, a Fundação José Augusto, através do seu presidente - jornalista e escritor Woden Madruga, com apoio do Governo do Estado do RN lançou a revista antológica: “MULHER POTIGUAR: CINCO SÉCULOS DE PRESENÇA”, onde, entre as 24 mulheres homenageadas, está Madalena Antunes.E, com muita honra, o nome Madalena Antunes faz parte do grupo das 40 Patronas da Academia Feminina de Letras do RN(da qual sou membro), presidida por ZELMA FURTADO BEZERRA, onde ocupo a cadeira número 08, tendo, como patrona - Madalena Antunes.Madalena Antunes faz parte do acervo de mais de 400 mulheres pesquisadas por Zelma Bezerra, às quais, encontram-se em fotos e obras, no acervo do Memorial da Mulher Potiguar.Neste espaço de “blog” literário - cultural e social, quero dedicar esta página biográfica, saudosista e de louvor à minha avó paterna - Madalena Antunes - transcrevendo, o que meu pai - Abel Antunes Pereira - em 1935, recebeu de sua mãe Madalena (deveria ter sido gravado em letras de ouro).Era o aniversário do meu pai (seu filho e depois, vizinho na avenida Hermes da Fonseca):“ Natal, 23 de março de 1935:Abel:Meu querido filho, hoje, dia do seu aniversário, quero dar - lhe minha benção espiritual, como o melhor presente que poderia ofertar - lhe neste dia tão especial. Ela vai perfumada do olor daquelas rosas, que você plantou, com tanto amor e cuidados, no jardim do meu coração. Plantamos, nos jardins da vida, muitos balcões de plantas preciosas. Qual a mais bela? Não saberia dizer. Mas, você, meu filho, de quem jamais encontrei a pequena graminha comum, entre as rosas do amor filial, abençôo hoje orando por sua saúde e felicidade.Por tudo isso, meu bom filho, peço - lhe, que quando chegar a hora derradeira, você possa entrelaçar as minhas mãos frias com as contas do meu rosário, no qual sempre oro por sua felicidade. Um beijo de sua Lhene (Madalena!)”. (Coincidência, acaso...o fato é que papai fez exatamente o que ela pediu)Madalena Antunes, que nasceu no engenho Oiteiro, que morou no Solar Antunes (construído pelo seu pai e meu bisavô - José Antunes de Oliveira), que passava férias na casa - grande do engenho Guaporé (construído na metade do séc. XIX (residência do Barão do Ceará - Mirim: Manoel Varela do Nascimento), que foi a primeira mulher na história do Rio Grande do Norte, a publicar um livro regionalista e de memória, aqui está, aclamada por mim, sua neta, com uma emoção diferente, aos 60 anos, dilatando - se do coração para a alma!Madalena Antunes que é nome de Escola em Ceará - Mirim; que tem sido alvo de tema fascinante em monografias e teses de alunos concluintes da UFRN- Universidade Federal do Rio Grande do Norte, da UNP -Universidade Potiguar-, temas de dissertações de alunos de Escolas particulares e públicas do RN, além de palestras proferidas por mim, citações em livros, e outras histórias, para quem honrou sua terra, sua gente, sua pátria. AMÉM!(*) Escritora, poetisa, ex - presidente regional e nacional da AJEB-RN (1990 a 2000), membro da Academia Feminina de Letras do RN, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rn, membro da UBE/RN.Nota: A capa do livro Oiteiro - segunda edição (A.S. LIVROS - da Coleção LETRAS POTIGUARES)) - 2002, é uma tela pintada pela grande artista plástica Goreth Medeiros (óleo sobre tela), com projeto gráfico do designer - Fernando Chiriboga.
Postado por GRANDE CEARÁ-MIRIM às 08:21

INFORMÁTICA EM REVISTA


Nasceu a 45a Informática em Revista, a edição de abril 2010. Teremos seu lançamento no dia 6 de abril, terça-feira, na Churrascaria Sal e Brasa, Av. Eg. Roberto Freire, 1426, estrada de Ponta Negra, a partir das 19h, no nosso tradicional jantar-adesão.
Vá e leve amigos.
Espero vocês.
Confirme presença pelo telefone 9444.6831 ou por este e-mail, para nosso controle.

VOTE TODOS OS MESES: www.informaticaemrevista.com.br/premiacao.php

TROVAS DE ADEMAR MACEDO

Quando a saudade me embala,
o teu nome a repetir,
o silêncio tanto fala,
que não me deixa dormir!
(Carolina Ramos/SP)

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A caridade é virtude,

esperança também é;

só peço a Deus que me ajude

com um pouquinho de fé!

(Celso Caldas/RN)

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2009 > Taubaté/SP

Tema > ALVORADA > M/H.

Com a visão embaciada

e o caminhar pouco ereto,

vejo o esplendor da alvorada

pelos olhos do meu neto.

(Francisco José Pessoa/CE)

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A LUA NUA OLHA A RUA.

Mª de Fátima Carvalho/RN


A lua nua
Sem nuvem alguma
Simplesmente linda
Clareia a rua
Que triste estar a chorar
Também tão nua
A paz se foi...
O silêncio reina...
E o medo vaga...
A espantar
Quem vestia a rua
Mas a lua nua!
Não vai deixar a rua.

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Uma carícia envolvente,

quando no peito se inflama,

transforma-se em chama ardente

no coração de quem ama!

(Ademar Macedo/RN)

...E Suas Trovas Ficaram:

É uma verdade e parece

que se tornou popular:

a gente primeiro esquece

para depois perdoar.

(José Firmo/PE)

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No final todo homem fica chato

além disso cansado e tão caolho,

precisando de lente em cada olho

e urinando no bico do sapato;

o culpado é o tempo que é ingrato

que só faz todo homem decair,

e numa vala de dor submergir,

soluçar com saudade do passado;

se a velhice é um crime, tem culpado

sei quem é, mas não tem como punir.

(Rogério Meneses/PB)

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S O L.

José Ouverney/SP

Desmaia a tarde e a sorrateira brisa,

varanda a dentro, lépida e frugal,

a beliscar meu peito sem camisa

vai desenhando um gesto sensual.

Em lenta despedida o sol desliza,

jorrando sangue sobre o bambual,

e a lua acende a lâmpada, indecisa,

tremeluzindo sobre o meu quintal.

Um pouco mais de espera e surge a noite

a casa, de repente, tão vazia,

desperta a minha lúdica ansiedade;

e o beliscar da brisa vira açoite,

notadamente quando a nostalgia

bate no peito...e acorda esta saudade!...

MOSTRA DE VÍDEO

PRORROGADA AS INSCRIÇÕES PARA A MOSTRA DE VÍDEO DO PROSPECTA 2010

As inscrições para a Mostra de Vídeo Prospecta 2010 foram prorrogadas
até o dia 15 de abril. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas
no Núcleo de Artes Visuais da Funcarte das 8h às 13h30. A mostra de
vídeo integra a programação do projeto Prospecta 2010 que tem como
objetivo promover oficinas e debates sobre as artes visuais
contemporâneas no Estado do Rio Grande do Norte.
As oficinas promovidas durante o evento reunirá importantes nomes do
cenário nacional, ligados a produção, reflexão, formação e gestão das
artes visuais como o Rodolpho Parigi (SP), João Angelini (DF) e Paulo
Reis (Portugal).
Para a mostra serão aceitos vídeo-arte, vídeo-performance,
vídeo-fotografia, vídeo-poesia, vídeo-instalação e vídeos
experimentais. Cada artista pode inscrever mais de um vídeo. Para a
inscrição é necessário o currículo do artista, cópia do vídeo
juntamente com um texto descritivo do trabalho e informações sobre a
filmagem, local, artista ou demais participantes, duração do material,
mês e ano da produção. Não haverá premiação referente à exibição dos
vídeos selecionados
Os interessados em exibir seus vídeos podem inscrever-se até o dia 15
de abril no Núcleo de Artes Visuais da Funcarte, Av. Câmara Cascudo,
434. Informações pelo telefone: 3232-4599

Serviço:

Inscrições Mostra de Vídeo: Até dia 15 de abril
Abertura: 19 de abril, às 19h, Funcarte.
Oficina de Pintura Rodolpho Parigi (SP) : 20 a 23 de abril
Oficina de Vídeo Arte – João Angeline (DF) : 26 a 30 de abril
Oficina de Contrição de Imagem: Paulo Reis (Portugal): 26 a 30 de abril
Encerramento: 30 de abril.


Assessoria de Comunicação da Funcarte
Tiana Costa - 9121 9665
Tatiana Tarquino - 8819.3156
Tel: (84) 3232.8836

terça-feira, 30 de março de 2010

MARCOS SÁ INFORMA

Meus caros, venho por meio deste informar que no útimo domingo, 28 de março de 2010, foi cumprido o contrato Nº 030/2009 entre o Idema e a minha empresa, processo nº 161501/2009-1, inclusive o aditamento, referente a um total de 52 apresentações artísticas no Anfiteatro Pau-brasil no Parque das Dunas, sendo 26 de música instrumental e 26 de teatro voltado para o público infanto-juvenil, com uma duração de seis meses.
Diante do sucesso dos projetos Som da Mata e Bosque Encena, gostaria de agradecer o apoio recebido por vocês da Imprensa, esperando continuar contando com o mesmo no retorno do programa, ainda sem data definida.
Certo de nossos objetivos comuns na promoção da Cultura de nosso estado e que essa descontinuidade será resolvida com brevidade, despeço-me.
Atenciosamente.
Marcos Sá de Paula
8809 0544

TREM DO FORRÓ

Extremoz, Ceará - Mirim e Natal planejam Trem Potiguar do Forró para o São João

Os secretários de Turismo Fernando Bezerril, de Extremoz, Fernando Lessa, de Ceará - Mirim e Soares Júnior, de Natal, estiveram reunidos nesta segunda-feira, 29, para planejar o lançamento do “Trem Potiguar do Forró”. O projeto visa unir as três cidades durante o período junino e fortalecer o calendário das festas.

Além de muito forró nos vagões, o Trem Potiguar do Forró vai parar nos pólos de festivos das três cidades. O projeto está diretamente ligado com a política de interiorização do turismo.

Com Vanda Albuquerque



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A PINTURA DE CELINA BEZERRA


Além deste sertão: a pintura de Celina Bezerra

por Márcio de Lima Dantas**

Celina Bezerra

É curioso observar a trajetória da professora norte-rio-grandense Celina Bezerra. Advinda das terras quentes da região do Seridó, de antigas famílias ali chantadas, desde muito, inicialmente dedicou-se ao magistério, tendo se aposentado como professora do Departamento de Educação da UFRN. Pintora bissexta que era, agora dedica-se à literatura e às artes plásticas. Quando disse “curioso” quis deixar implícito o fato de umas das primeiras manifestação artísticas do Homo sapiens foi a pintura nas cavernas, vindo depois as diversas formas não fonéticas de escritura, para depois vir a ser como o que se configurou como elementos da linguagem, nos dias de hoje. Quis com isso lembrar que Celina Bezerra procedeu de maneira inversa: foi da palavra às artes plásticas. De outra feita, não podemos esquecer o belo livro de memórias, com forte conteúdo histórico e etnográfico, escrito conjuntamente com dois irmãos: Meninos de sítios: falando sob re cultura sertaneja (BEZERRA, Celina; ARAÚJO, Laércio Bezerra de; AMMANN, Safira Bezerra. Natal: Gráfica Nordeste, 1997). Os primeiros trabalhos em telas revelam ainda a presença dos seus mestres; vindo, hoje, a definir-se com traço vigoroso e particular, dotada de um pathos que dispõe sua letra e seu número, distintos dos tantos quantos optam por retratar paisagens ou personagens que dizem respeito a nossa geografia humana ou das paisagens encontradas pelo interior afora.

É notável a marca diferente que a dispõe num lugar outro que não o da mesmice de repetir não só os temas recorrentes, mas, sobretudo a maneira como são dispostos tais elementos, que nos conduz, inexoravelmente, a um travo de dèja vu, com forte carga de caricatura, proporcionando a reprodução de literalmente um “quadro”, condizentes com as realidades encontradas hoje, num mundo globalizado, no qual todo lugar se assemelha, tanto em nível comportamental quanto no que diz respeito às edificações. Ao contrário dos muitos que entoam o coro do saudosismo, Celina Bezerra optou por um outro caminho, ou seja, compreender a pintura não como conteúdo, mas como forma, como maneira de transfigurar aspectos da realidade de um lugar, o Sertão, desde sempre objeto da pintura produzida na região Nordeste.

Para quem está acostumado às representações pictóricas de aspectos relacionados ao sertão - que fomos acostumados a chamar de “interior”: miséria, seca, cangaceiros, retirantes - pode parecer esquisita uma retratação que refoge a esse lugar comum ou ao horizonte de expectativas do intérprete. Expectativa essa eivada de signos plenos de um discurso dominante que grassa sobretudo nos aceiros por onde anda a classe média, desejosa de se sentir diferente, a partir do contraste com o patético ou o que se apresenta como antípoda de tudo o que se encontra à sua frente e faz de conta que não vê, resultado que é de relações sociais perversas, sobremodo calcada na má distribuição de renda.

Para artistas ou escritores com maior voltagem universal, a noção de sertão despontou como objeto trabalhado esteticamente para além do senso-comum, para além do lugar vincadamente caricatural e factível de ser usado pela mídia como elemento de preconceito, mormente quando se procede ao contraste com as paisagens retratadas do sul/sudeste do Brasil. Refiro-me a autores como Guimarães Rosa, Graciliano Ramos ou Cornélio Pena, nos quais sertão não é um espaço geográfico delimitado, povoado por seres que sofrem o permanente embate com as forças físicas da natureza, perfazendo uma aura de impotência, fatalidade, que apela para o dó e a chamada “solidariedade”. Sertão, como foi representado por esses romancistas, é um lugar mental, espaço íntimo inerente a todo e qualquer senciente, afinal o sofrer, advindo do embate com o meio natural ou resultado de relações íntimas de um eu em desassossego, é parte da condição humana, quer seja de dentro ou de fora. Ora, sofrer é como a morte: só quer uma desculpa, vindo a resumir a condição do homem nos seus confrontos com a realidade. Nesse sentido, sertão é um estado no qual resplende o calor e a transparência dos que caminham pelas veredas da lucidez. Não podemos esquecer que a noção de sertão é anterior a presença lusa em terras brasileiras, provando que não deve ser compreendida como área delimitada geograficamente, mas como um conceito a ser compreendido como advindo de uma determinada experiência histórica.

Como afirmei, o vocábulo sertão já era usado desde o século XIV para indicar o que se encontrava distante da capital Lisboa que, por extensão, passou a nomear tudo o que era oposto ao chamado mundo conhecido, quer dizer, os vastos espaços que entravam interior a dentro, detendo-se pouca ou quase nenhuma informação acerca deles. Com efeito, não estava muito distante o deslizar semântico, engendrado pelos poetas e romancistas, de sertão como categoria mental, simbolizando os vastos espaços interiores nos quais não chega o poder da Ordem (ego e super-ego), Guimarães Rosa que o diga. Em síntese, sertão não passa de um conceito, de uma imagem construída historicamente.

Na pintura de Celina Bezerra, as ditas paisagens sertanejas são puro pretexto para o hábil exercício dos domínios da técnica de retratar o que está posto no nosso entorno, e que se efetiva através de vastos planos, no qual as cores predominantes são os tons de a zul e as nuances de ocre, sintomáticas cores denunciando o equilíbrio entre a alma e o corpo, a imaginação e o empírico, o céu e a terra, cuja simbólica remete à necessária harmonia entre duas dimensões que quase sempre ocupam espaços distintos. Ora, “o sertão está em toda parte”.*

Um gênero tradicional, o paisagístico, numa época tardia como a nossa, em que já se encontra praticamente exaurida a capacidade de reproduzir, contudo, na pintura de Celina Bezerra há ainda o fascínio despertado não mais pelo conteúdo, mas por meio da forma, que se constata por de pinceladas entrecruzadas, lembrando um pouco o impressionismo, feita de cores neutras ou esmaecidas.

Mais uma coisa, para os que não se convenceram ainda de que o “sertão é o mundo”*, como repisa Riobaldo, o protagonista de Grande sertão: veredas, reporto-me à paisagem da cidade de Paris durante o inverno: tem coisa mais parecida com a nossa Caatinga , quando da estação seca, o que indigitaram como nosso verão? Se lá é o frio, aqui é o tépido, entretanto, ambas as paisagens contém os mesmo elementos: as árvores decíduas perdem suas folhas; a cor predominante é o cinza, os seres ensimesmados, taciturnos, impotentes diante dos elementos físicos que campeiam seu jugo e mando, impondo um certo travo fatalista no olhar, algo parecido com resignação, coisa não tão distante das populações submetidas periodicamente às secas.

Vale lembrar que “sertão” é sinônimo de “interior”. Se no exterior ocorre o embate com as forças físicas, no interior há quase sempre um desconserto consigo mesmo, conduzindo as desavenças que acometem a todos, indiferentes à origem ou etnia. Em suma: digladia-se sempre em duas frentes. Não há como fugir. A bonança é apenas um intervalo entre dois momentos de lidas.

Quem havera de imaginar que o sertão da escritora e pintora Celin a Bezerra, iria ao encontro de concepções sempre avançadas que foram, quando de sua cristalização no campo literário, ou seja, além de SER TÃO vasto quanto as possibilidades humanas, num vergado arco que liga sentimentos antípodas: da alegria à tristeza, do palor à nódoa, do bem ao mal. Tudo numa esquisita harmonia que só a lógica do inconsciente, a lógica da arte permite. De qualquer maneira, “Sertão é o sozinho. Sertão: é dentro da gente”*. E isso ninguém pode negar ou nos tirar: TÃO SER.
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*falas de Riobaldo.


**Márcio de Lima Dantas é Professor do Departamento de Letras da UFRN

DETH HAAK ESCREVE A BIOGRAFIA DE CIANO


DETH HAAK
poetisando para CIANO


Biografia de Ciano, por Deth Haak.
Fabriciano Pereira da Silva conhecido como poeta Ciano, Potiguar, nasceu em Lajes interior do Rio Grande do Norte. Ele podia ter sido um agricultor, ou mesmo um fazendeiro. Mas, vejam o que o destino – ou coisa parecida – reservou para ele. Ainda jovem deixa a terra natal no Nordeste e vai para o Sudeste, onde – para sobreviver – se torna músico, policial, compositor... Retornou ao Rio Grande do Norte com ar tranqüilo, que só acontece com aqueles que venceram, aqui entre Poetas Músicos e Boêmios integrando a Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN ocupou seu tempo fazendo o que mais gostava: música Carnaval e poesia. Sua obra foi imortalizada no ano de 2008, com um poema ao Rio Potengi, Na Praça Pôr do Sol onde repousam seus versos a margem do mesmo Rio na cidade do Natal. Publicou seu primeiro livro intitulado “As Histórias de Ciano Verdades e Mentiras com Poesia”. Ciano perpetuou sua obra para que seus amigos e descendentes, dele se recordem por sucessivas gerações. Ciano faleceu no dia 19 no Rio de Janeiro onde será sepultado, fica em nós a certeza do reencontro em um sarau na eternidade. A sua esposa, nosso pesar aos seus filhos e netos força para superar a saudade do velho que se fez menino.

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Não quero ser menino
autor:Ciano
Certo dia me chamaram de garoto.
Fiquei feliz!Que mesmo sendo um Zé de fome
Queria que garoto Fosse o meu nome,
Pois menino nunca quis ser.
Achava ridículo:Vem cá menino,
Sai pra lá menino,
Deixa isso menino,
Cala boca menino,
Tu vai apanhar menino.
Tudo proibido, por quê?
Ainda na infância,
Fui chamado de criança
Pimpolho, guri, bebê.
Isso me encantava,
Nem tinha vontade de crescer.
Certo dia fui chamado de rapaz,
Até me deu prazer.
Adolescente, aborrecente,
Logo adulto seria meu nome.
Já não era um Zé com fome...
Cresci, vivi a vida, sonhei,
Fui amado, adorado, amei.
Um certo dia, na velhice cheguei.
Vejam o meu destino,
Disseram:- Esse velho virou
menino.
Chorei....

http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=3396
homenagens escritas por Deth Haak, a poetisa dos ventos e consul poetas del mundo.
Pereceu um bardo... Serenou a alvorada,
hoje não brilhou o sol
Na cabeceira do vaso pras flores chamuscadas
Não flanaram os bem-te-vis e na campina,
Cessaram vôos por encanto às borboletas...
No horizonte enternecido trovões anunciadores
Taciturnaram à tarde em que o colibri soluçou...
Lágrimas de um adeus pousado na Gameleira
E outras aves entristecidas prantearam galhos.
Eis que chegou o crepúsculo trazendo vento a rajada,
Abaçanado o dia se fez, banhando universo enxurro
Irrompeu o sossego espocando raio que iluminou
o solo e a garoa de rosas, ora esta, feneceu o bardo.
Noite dolente, decretadas orações na homilia recitada
Em preces, repousou o Vate eternamente, amanhado
No ultimo verso. Iluminaram raios a procela versada
Perfumando de pétalas o lume no milagre dissertado.
Pereceu um Bardo...
“A Poetisa dos Ventos”Deth Haak29/9/2005
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Adeus amigo...Quando luto no peito veste o vé
Eu folheio as páginas do passado
Ansiando ler nas estrelas do céu
Verso escrito ao poeta abnegado
Pelo amigo que a morte arrefeceu.
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Do convívio, de as pagas amargas
Pranteia a dor ao dia que anoiteceu
Dizimando do querido às chagas...
Então rogo a Deus no acontecido
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Posto que a morte redima as sagas
Sem que lastimes o que foi vivido...
Oferto-te uma cruz de flores rendada
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Também corbelhas pelos tempos idos
Simbolizando a paz em sua caminhada.
“ A Poetisa dos Ventos”19/3/2010
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Até breve novamente.
Deploro este dia que anoiteceu
E a missiva que a amanhã abriu
Noticiando a partida no que leu
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A triste estrofe que o bardo aferiu ;
Trégua para as flores já murchas
Pedindo pausa incontida emoção
Lamentando a divulgar sentida
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Ora peço ao Vento inspiração
Para trazer ao viver na liturgia
Letras rimadas na compreensão
Pois que fique encantada a poesia
Que o menino Ciano fez canção.
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Nem mas dores nem sofrimento
Não há contas, todas foram pagas
Vai amigo, não ouça esse lamento;
E acredite haverá outras jornadas!
“ A Poetisa dos Ventos” DETH HAAK

segunda-feira, 29 de março de 2010

ANTÔNIO CAMPOS RECEBE HOMENAGEM DA UBE-PERNAMBUCO


CLIQUE NA IMAGEM ACIMA

COMUNICADO DA UBE/RN

UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO RIO GRANDE DO NORTE - UBERN
COMUNICADO 05/2010



Prezado(a) Amigo(a) Escritor(a):


Comunico que amanhã dia 30 de março, às 16h, na Casa de Câmara Cascudo
(Av. Câmara Cascudo, em frente a Caixa Econômica da Ribeira), haverá
Assembleia Geral Ordinária da UBE/RN, oportunidade em que a entidade
receberá novos sócios, fará a prestação de contas e discutirá as
Diretrizes 2010.
Faço também um apelo no sentido de quem não regularizou a anuidade,
uma ótima oportunidade para fazê-lo e, ao mesmo tempo, conhecer a Casa
de Cascudo após a restauração feita pela família.
Cordialmente,


EDUARDO GOSSON
Presidente

sábado, 27 de março de 2010

VIDAS ENTRELAÇADAS

A ESCRITORA CLEUZE FIÚZA NO TEATRO ALBERTO MARANHÃO,
NO MOMENTO EM QUE LANÇAVA SEU LIVRO "VIDAS ENTRELAÇADAS"
FEZ UM DISCURSO EMOCIANTE,
AGRADECEU A GOVERNADORA VILMA DE FARIA
E A CHRYSTIAN DE SABOYA
PELA CONCRETIZAÇÃO DO SEU SONHO DE SE TORNAR ESCRITORA.
PARABÉNS PELA LINDA HISTÓRIA E EXEMPLO DE VIDA A SER SEGUIDO
FELICIDADES!
CHRYSTIAN, CLEUDE E VALENTINA
A FAMÍLIA QUE AMA CLEUZE E VICE-VERSA.

A PRESIDENTE DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DO
RIO GRANDE DO NORTE, ESCRITORA E POETA ZELMA FURTADO
PRESTIGIOU O EVENTO QUE VAI COLABORAR
COM O HOSPITAL DO CÂNCER . ZELMA ESTAVA ACOMPANHADA
DE GILDA AVELINO, FLAUZINEIDE, VIVI, FERNADA E AUZHÊ FREITAS




CLEUZE RECEBE O CARINHO DA GOVERNADORA VILMA DE FARIA


O DONO DA NOITE
CHRYSTIAN DE SABOYA
PROMOVEU A FESTA NOTA MIL PARA CLEUZE BRILHAR
AUTOGRAFANDO "VIDAS ENTRELAÇADAS"
NO TEATRO ALBERTO MARANHÃO.
FONTE:WWW.DESABOYA.COM






sexta-feira, 26 de março de 2010

A FESTA DE GILDA AVELINO NA AJEB/RN

Lêda e Gilda
As rosas da AJEB/RN

Dione Caldas Gray
poetisando para Gilda

Gilda em momento de agradecimentos


Fernandinha Avelino

Deth Haak
A felicidade de Gilda é também nossa.

Gilda e Auzhê poesia

Andressa e Thêmis


Fernandinha e seu amor


Vivi e Gilda Avelino


As delícias da AJEB/RN


A linda família de Gilda Avelino


Jania Souza faz homenagem a Gilda


A Presidente da Sociedade dos Poetas
Geralda Efigênia homenageou Gilda


Flauzineide


As Ajebianas
Vivi e Rosineide


Auzhê recita para Gilda


Andressa recita poesia da sua avó queridona de todos
Gilda Avelino


A Presidente da Academia Feminina de Letras do Rn
Escritora e poeta Zelma Furtado
fez a leitura da sua apresentação no livro de Gilda Avelino

quinta-feira, 25 de março de 2010

A FESTA DE GILDA AVELINO NA AJEB/RN

A presidente da AJEB/RN
Escritora Lêda Varela faz a abertura da solenidade

Gilda Avelino

exibe a carteira de Associada da AJEB/RN


Ajebianas

Dra. Anna Maria Cascudo

homenageia Gilda Avelino

Lêda Melo e Maria Campos

Ajebianas em oração

pelo falecimento do Prof. Geraldo

esposo de Socorro Evangelista

Anna, Vitória e Haidée

Ajebianas

Ajebianas

Themis e sua amada filha Andressa

Gilda Avelino

a alegria da musa de Gilberto Avelino
in memorian

Ajebianas

Ajebianas

A festa

Gilda, Flauzineide, Zelma e Deth

brindam a poeta das flores amarelas